Fórum da Rádio
Estações de radiodifusão => Rádio em Portugal => Tópico iniciado por: pdf em Agosto 25, 2016, 04:26:28 pm
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http://mundodaradio.org/old_/viewtopic.php?t=814
Este tópico acima foi iniciado por mim em 2008.
Embora já não resida no Porto e tenha acesso a mais rádios do meu agrado - em Lisboa recuperei o gosto de ouvir rádio, que há muito tinha abandonado na Invicta - nunca esqueço as origens e o paupérrimo cenário de alternativas que se vive por lá. Ligeiramente mitigado pela Vodafone FM, mas mesmo assim...
Continuam a achar que se justifica sacrificar uma MEOMusic para dar lugar a um conteúdo radiofónico com mais... substância na Invicta?
Ironia ou sinal dos tempos: Duas das "popularuchas" que menciono no tópico de 2008 já não existem - e eram as grandes "resistentes". Falo da Lidador, por onde mais tarde cheguei a passar, e da RC Matosinhos.
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Pois eu continuo no Porto é suspiro pela Radar. Claro que a Meo não tem interesse nenhum, mas o dinheiro fala mais alto.
Enviado do meu VF-895N através de Tapatalk
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Oxigénio.
Off Topic: A MCR bem que podia mudar a Vodafone FM para os 105.8 MHz. Os 94.3 Mhz praticamente não se ouvem a sul de Gaia (devido à M80 em 94.4 Mhz) e em Santa Maria da Feira o sinal dessa frequência é nulo, enquanto que os 94.4 Mhz praticamente não são afectados pelos 94.3 Mhz, em especial na zona Oeste da cidade onde as frequências de Aveiro se ouvem sem qualquer problema.
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E mitigado pela Nostalgia também (pena a fraca cobertura), embora se tenha perdido uma das "popularuchas", a RCM. Até diria que, em relação ao cenário de 2008, melhorou bastante com a entrada da rádios da Nostalgia, da Vodafone FM e da mudança para muito melhor da programação da Rádio Nova.
Mas continuam de facto a fazer falta a Radar e a Oxigénio no Porto. Se me permitem especular, e não pensando muito, quiçá «dividir» a Rádio 5 que actualmente não interessa a ninguém pelas duas estações...
Ainda relação à Vodafone FM, para a malta que anda pelo Sul do Distrito do Porto e no Norte do Distrito de Aveiro, de facto, era útil emitir também nos 105,8 MHz (e que num bom autorádio sintoniza-se bem inclusive em Aveiro), que neste momento é uma redundância emitir a M80.
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Já eu queria muito ter a Oxigénio, porque no Porto não há nada do género. A Radar não é assim tão diferente da Antena 3 e da Vodafone.
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E já agora, porque não fechar as três que restam no Porto e arrastar para o Porto todas as de Lisboa? Assim é que era. Lisboetizava-se por completo o Porto e matava-se o pouco que resta. Os poucos empregos que ainda restam no Porto em Rádio, terminava-se com eles. Eu não sei se quem escreve aqui gosta mesmo da sua cidade, sendo do Porto, ou então pessoal de Lisboa que só vai ficar feliz quando vir tudo fechado no paÃs e apenas Lisboa a reluzir no Fm. Já não há pachorra para tanto centralismo idiota. Tenham muitos de vós juÃzo.
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E já agora, porque não fechar as três que restam no Porto e arrastar para o Porto todas as de Lisboa? Assim é que era. Lisboetizava-se por completo o Porto e matava-se o pouco que resta. Os poucos empregos que ainda restam no Porto em Rádio, terminava-se com eles. Eu não sei se quem escreve aqui gosta mesmo da sua cidade, sendo do Porto, ou então pessoal de Lisboa que só vai ficar feliz quando vir tudo fechado no paÃs e apenas Lisboa a reluzir no Fm. Já não há pachorra para tanto centralismo idiota. Tenham muitos de vós juÃzo.
Porque é que o zeca, em vez de estar há anos a chorar e sempre a reclamar do mesmo, não se junta com amigos, compram uma rádio local de volta e faz uma rádio a seu gosto?
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Porque é que o zeca, em vez de estar há anos a chorar e sempre a reclamar do mesmo, não se junta com amigos, compram uma rádio local de volta e faz uma rádio a seu gosto?
Caro Pedro, se vários conhecidos e amigos meus da área (alguns catedráticos e com livros publicados sobre Rádio... ) dizem que lançar uma rádio no Porto ( e não só... ) neste momento é um suicÃdio econômico, haverá outro alguém que se "atire" do precipÃcio? Claro que sei bem qual é o "tom" da sua resposta, mas as coisas e as pessoas são o que são...!!! Cumprimentos.
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Porque é que o zeca, em vez de estar há anos a chorar e sempre a reclamar do mesmo, não se junta com amigos, compram uma rádio local de volta e faz uma rádio a seu gosto?
Caro Pedro, se vários conhecidos e amigos meus da área (alguns catedráticos e com livros publicados sobre Rádio... ) dizem que lançar uma rádio no Porto ( e não só... ) neste momento é um suicÃdio econômico, haverá outro alguém que se "atire" do precipÃcio? Claro que sei bem qual é o "tom" da sua resposta, mas as coisas e as pessoas são o que são...!!! Cumprimentos.
É que chega a custar. Sempre defendi as locais, já trabalhei numa e gostava de as ter a todas. Mas essa situação não é sustentável...
A culpa, a existir, nem é de quem compra nem do tirano lisboeta, é de quem vende. Ninguém ataca quem vende...
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O meu lema sempre foi este: Se querem vender ou comprar, nada a opor, porém devem cumprir com a sua função local. Rádio local é para ser local e não um retransmissor. Se não for assim, fecha-se a frequência até que alguém pegue nela. Depois de vendida, jamais o concelho a recupera e exemplos não faltam. Porque razao Portugal é o paraÃso do centralismo?
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PDF, pelos vistos os ares de Lisboa já mecheram consigo e por isso, que se lixem as rádios no Porto.
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PDF, pelos vistos os ares de Lisboa já mecheram consigo e por isso, que se lixem as rádios no Porto.
Oh Zeca claro que não. Eu faço questão de ir ao Porto todas as semanas e é impossÃvel deixar de gostar das origens, mas também sei ver que só se vende quem se deixa vender. E neste momento, por muito bairrismo que se queira ter, é mais atractivo vender a frequência para colocar um gira-discos centralizado e low cost.
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É o que dizem todos.. "Vou todos os fins de semana ao Porto" mas mal chegam a Gaia, o discurso é a favor do centralismo, ou porque precisam de ter esse discurso para alimentar o tacho em Lisboa ou porque quando ligados ao meio Rádio, algum benefÃcio vão retirar daÃ. Não faltam exemplos de personagens ligadas à rádios locais e regionais no Porto na era de 90, que depois de fecharem no Porto, foi vê-los com um bom cargo em Lisboa, como contrapartida da venda. Não o vejo a dizer, PDF, que se a frequência é local, tem de ser local e quem compra teria que emitir da localidade com estúdio no concelho. Curioso. O discurso é sempre o mesmo: Fecha-se no Porto para retransmitir a espetacular Rádio de Lisboa que ainda falta lá colocar. PDF, serás mais um que beneficiou com o fecho de uma Lidador, uma de Matosinhos, de Gondomar, de Valongo? È que em vez de impulsionar a Rádio feita no Porto, também te vejo a juntar aqueles que mais rádios de Lisboa querem ver no Porto. Se não reside agora no Porto, porque razão queres ver no Porto mais rádios de Lisboa? Curioso..
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Vejo aà uma série de acusações infundadas e escusadas, por isso optarei por não responder. :)
Em relação ao tópico, alguém tem mais alguma coisa a dizer?
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Caro PDF, não o acusei, apenas lhe fiz uma perguntei. Uma pergunta não é uma acusação.
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Concordo em absoluto com o que aqui foi dito no que diz respeito ao Porto. Nem tinha bem noção disto até Junho deste ano, altura em que passei uns dias felizes na Invicta e basicamente apaixonei-me por ela (mais até que por Lisboa que lidava com regularidade há que tempos - e peço imensa desculpa por dizer isto mas que se lixe, é a verdade). Mas esse é um ponto mau que espero que seja melhorado em breve. É preciso mais e melhor rádio no Porto! Não basta só a Nova!
E quanto à Vodafone... eu já não posso com a Vodafone. É preciso outra coisa...
Agora é que eu me apercebi da efetiva necessidade de haver coisas locais no Porto. A partir do momento que estou agora a fazer essa viagem com muita regularidade (às 2 e 3 vezes por mês) é que percebo o quanto se deve fazer por ter algo mesmo de lá, em vez de vir a retransmissão de Lisboa. É preciso que as pessoas se identifiquem e rádio também é ligação. Mas a economia. Ah, o raio da economia...
Long story short: quero uma Oxigénio no Porto. É fundamental. Radar também, mas não há espaço para tudo. O ideal até era que as duas se fundissem, mas mais com enfoque na Oxigénio, e de preferência com mais emissões feitas a partir do Porto, na minha opinião. Se a MEO Music que é o que é tem 4 horas de painel com a Débora Zenha...
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Essas quatro horas são feitas no Porto? Ou percebi mal..
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Concordo em absoluto com o que aqui foi dito no que diz respeito ao Porto. Nem tinha bem noção disto até Junho deste ano, altura em que passei uns dias felizes na Invicta e basicamente apaixonei-me por ela (mais até que por Lisboa que lidava com regularidade há que tempos - e peço imensa desculpa por dizer isto mas que se lixe, é a verdade). Mas esse é um ponto mau que espero que seja melhorado em breve. É preciso mais e melhor rádio no Porto! Não basta só a Nova!
E quanto à Vodafone... eu já não posso com a Vodafone. É preciso outra coisa...
Agora é que eu me apercebi da efetiva necessidade de haver coisas locais no Porto. A partir do momento que estou agora a fazer essa viagem com muita regularidade (às 2 e 3 vezes por mês) é que percebo o quanto se deve fazer por ter algo mesmo de lá, em vez de vir a retransmissão de Lisboa. É preciso que as pessoas se identifiquem e rádio também é ligação. Mas a economia. Ah, o raio da economia...
Long story short: quero uma Oxigénio no Porto. É fundamental. Radar também, mas não há espaço para tudo. O ideal até era que as duas se fundissem, mas mais com enfoque na Oxigénio, e de preferência com mais emissões feitas a partir do Porto, na minha opinião. Se a MEO Music que é o que é tem 4 horas de painel com a Débora Zenha...
Pois é. A Rádio no Porto morreu há muito. Nos arredores de igual modo. Já viu o que é estar na Ãrea Metropolitana do Porto e praticamente só se apanha rádios da Capital.?! Ai da bem que entende esse sentimento nas viagens que faz até ao Porto.
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Essas quatro horas são feitas no Porto? Ou percebi mal..
Sim. A Débora está de manhã na Nova Era como repórter de exterior e logo a seguir muda de estúdio às 10 da manhã para a Meo Music até às 14 horas. É a única emissão do grupo Musica no Coração que sai do Porto para Lisboa em todas as rádios do grupo. O resto sai tudo de Picoas para cima.
Parece impossÃvel mas é verdade.
Concordo em absoluto com o que aqui foi dito no que diz respeito ao Porto. Nem tinha bem noção disto até Junho deste ano, altura em que passei uns dias felizes na Invicta e basicamente apaixonei-me por ela (mais até que por Lisboa que lidava com regularidade há que tempos - e peço imensa desculpa por dizer isto mas que se lixe, é a verdade). Mas esse é um ponto mau que espero que seja melhorado em breve. É preciso mais e melhor rádio no Porto! Não basta só a Nova!
E quanto à Vodafone... eu já não posso com a Vodafone. É preciso outra coisa...
Agora é que eu me apercebi da efetiva necessidade de haver coisas locais no Porto. A partir do momento que estou agora a fazer essa viagem com muita regularidade (às 2 e 3 vezes por mês) é que percebo o quanto se deve fazer por ter algo mesmo de lá, em vez de vir a retransmissão de Lisboa. É preciso que as pessoas se identifiquem e rádio também é ligação. Mas a economia. Ah, o raio da economia...
Long story short: quero uma Oxigénio no Porto. É fundamental. Radar também, mas não há espaço para tudo. O ideal até era que as duas se fundissem, mas mais com enfoque na Oxigénio, e de preferência com mais emissões feitas a partir do Porto, na minha opinião. Se a MEO Music que é o que é tem 4 horas de painel com a Débora Zenha...
Pois é. A Rádio no Porto morreu há muito. Nos arredores de igual modo. Já viu o que é estar na Ãrea Metropolitana do Porto e praticamente só se apanha rádios da Capital.?! Ai da bem que entende esse sentimento nas viagens que faz até ao Porto.
No centro não está nada equilibrado face a Lisboa. Nos arredores também não... Mas o problema dos arredores é transversal também aqui a Lisboa, sabe, Zeca... Aqui, em 14 concelhos e talvez umas 25 licenças atribuÃdas, há nada menos que 8 licenças ainda locais em 6 concelhos. Destas, 4 estão vendidas a igrejas e uma a um empresário de suplementos naturais (a RDS). De resto... foi tudo para Lisboa.
Agora, que não é comparativamente tão grave essas terem ido para Lisboa (porque há uma relação com Lisboa) como é no Porto ouvir-se de Lisboa, claro que não é, mas... Dá para ter uma ideia do tal eucaliptal que fala.
Agora mais que nunca tenho essa percepção. É meio frustrante e obriga me a ser seletivo na escolha da rádio que quero para tentar a melhor ligação possÃvel ao Porto. Há alturas que eu tenho vontade de ouvir por exemplo a Oxigénio e não ouço.
Isto porque era surreal eu já vir de Lisboa de propósito ao Porto, e chegava ao Porto e ainda ouvia uma rádio que é da Linha de Cascais, onde a tenho disponÃvel 95% do tempo normalmente?... Não faz sentido.
Se é assim para viagens, imagine se morasse mesmo no Porto (uma hipótese que eu adoro, diga-se de passagem). Faz falta, mais que uma Radar/Oxigénio no Porto, emissão também feita a partir de lá. Se o eng. não quer rádios alternativas no Porto, pega-se numa frequência e faz-se uma à moda do Porto, bem feita, com pés, cabeça e gente dentro.
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Isto nasceu mal logo no inÃcio. Todo o concelho queria ter a sua rádio...
A lei de legalização foi péssima...
Muitos concelhos chegaram a ter duas rádios locais... Enfim.
Devia-se ter apostado em rádios distritais, com 4 horas de desdobramento local. Rádios que falassem das regiões que servem, trazendo à antena os diferentes protagonistas locais...
Hoje em dia só algumas rádios locais cumprem o serviço público local; muitas limitam-se a replicar as cassetes nacionais...
Tendo em conta a realidade do paÃs, lançaria, na altura, a concurso um pacote de duas redes nacionais em FM, com um caderno de encargos rigoroso. Uma rede de FM seria generalista e a outra de cariz musical.
TerÃamos ficado com três grupos fortes, com músculo:
1- Estado;
2- Igreja;
3- Grupo privado laico,liberal, etc...
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Isto nasceu mal logo no inÃcio. Todo o concelho queria ter a sua rádio...
A lei de legalização foi péssima...
Muitos concelhos chegaram a ter duas rádios locais... Enfim.
Devia-se ter apostado em rádios distritais, com 4 horas de desdobramento local. Rádios que falassem das regiões que servem, trazendo à antena os diferentes protagonistas locais...
Hoje em dia só algumas rádios locais cumprem o serviço público local; muitas limitam-se a replicar as cassetes nacionais...
Tendo em conta a realidade do paÃs, lançaria, na altura, a concurso um pacote de duas redes nacionais em FM, com um caderno de encargos rigoroso. Uma rede de FM seria generalista e a outra de cariz musical.
TerÃamos ficado com três grupos fortes, com músculo:
1- Estado;
2- Igreja;
3- Grupo privado laico,liberal, etc...
Portugal já tem duas frequências regionais e como estão? Em Lisboa.
A TSF é o melhor exemplo dessa aglutinação. Na nova grelha lá resolveram dar os noticiários entre as 17h e as 20h desde o Porto com o Artur Carvalho e Joaquim Ferreira, mas apenas os noticiários. O animador de serviço está sempre sentado em Lisboa.
O problema não esteve na atribuição de alvarás por concelho ou mais do que um por concelho. O grande problema veio depois ao alterar-se a lei da rádio de forma a permitir a certos grupos de comunicação que todos sabemos quais são, em aglutinar locais para legalmente se transforma-se uma rádio local numa de dimensão nacional apenas com um estúdio e a mesma equipa. Os exemplos são aos montes. e pontapés. O poder económico e politico permitiram este estado de coisas, facilitado pelo compadrio local de presidentes de municÃpios. Escandaloso é o que se passa na Area metropolitana do Porto.
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Isto nasceu mal logo no inÃcio. Todo o concelho queria ter a sua rádio...
A lei de legalização foi péssima...
Muitos concelhos chegaram a ter duas rádios locais... Enfim.
Devia-se ter apostado em rádios distritais, com 4 horas de desdobramento local. Rádios que falassem das regiões que servem, trazendo à antena os diferentes protagonistas locais...
Hoje em dia só algumas rádios locais cumprem o serviço público local; muitas limitam-se a replicar as cassetes nacionais...
Tendo em conta a realidade do paÃs, lançaria, na altura, a concurso um pacote de duas redes nacionais em FM, com um caderno de encargos rigoroso. Uma rede de FM seria generalista e a outra de cariz musical.
TerÃamos ficado com três grupos fortes, com músculo:
1- Estado;
2- Igreja;
3- Grupo privado laico,liberal, etc...
Portugal já tem duas frequências regionais e como estão? Em Lisboa.
A TSF é o melhor exemplo dessa aglutinação. Na nova grelha lá resolveram dar os noticiários entre as 17h e as 20h desde o Porto com o Artur Carvalho e Joaquim Ferreira, mas apenas os noticiários. O animador de serviço está sempre sentado em Lisboa.
O problema não esteve na atribuição de alvarás por concelho ou mais do que um por concelho. O grande problema veio depois ao alterar-se a lei da rádio de forma a permitir a certos grupos de comunicação que todos sabemos quais são, em aglutinar locais para legalmente se transforma-se uma rádio local numa de dimensão nacional apenas com um estúdio e a mesma equipa. Os exemplos são aos montes. e pontapés. O poder económico e politico permitiram este estado de coisas, facilitado pelo compadrio local de presidentes de municÃpios. Escandaloso é o que se passa na Area metropolitana do Porto.
Na minha opinião, o problema esteve nos alvarás. Demonstrou haver uma visão paroquial. Não raras vezes, houve atropelos e caciquismos vários.
Rádios distritais teriam sido a solução. Teria havido qualidade, escala e não teria havido falências e as vendas dos alvarás às redes nacionais.
Uma rádio local/distrital é para trazer os protagonistas da região; não é para replicar a programação das rádios nacionais. Tudo mal parido portanto.
Isso das duas redes regionais foi das coisas ais absurdas...
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Prefiro a Oxigénio