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Estações de radiodifusão => Rádios locais => Tópico iniciado por: Luis Carvalho em Julho 31, 2023, 06:38:27 pm
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Mais um exemplo do que representam as rádios locais: enquanto o país está entretido com a JMJ2023, o cine-teatro de Vila Viçosa, no interior do Alentejo, que está em obras, sofre um incêndio. Qual foi a primeira jornalista a chegar ao local? Antena 1? Não. RR? Não. Rádio Observador? Não. A da Rádio Campanário (90,6 MHz). A Rádio Renascença, o Observador e outros meios de comunicação andam a partilhar os vídeos filmados pela profissional da rádio local, já que, obviamente, não tiveram tempo de deslocar um jornalista de Lisboa até Vila Viçosa. Uma rádio local consegue chegar mais rápido e conhecer melhor a realidade do que uma rádio que emite de Lisboa e tem de acompanhar o que se passa em todo o país.
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A concentração de meios na JMJ é assustadora, mesmo percebendo a dimensão do evento e sendo católicos ou não. A partir de amanhã já sabemos que vamos ter noticiários monotemáticos nas TVs por isso são de fugir, espero bem que a rádio não vá por aí...
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Neste momento, na RTP 3, estão em directo do local com a correspondente em Évora.
Inclusivé estão a falar com um jornalista local, julgo que da rádio local e que estava nas proximidades.
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Mas Luís, a questão é, essa rádio tem jornalista. E as muitas que não têm? Esse é que é o problema!
De resto, foi notícia de abertura nos boletins da RFM e da RR.
Quanto à JMJ, parece-me normal: até as rádios de Marrocos, país maioritariamente árabe, estão a acompanhar no terreno, naturalmente as seculares como a MEDI 1.