Autor Tópico: ANACOM - gestão do espectro radiofónico  (Lida 11685 vezes)

Miguel

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #45 em: Fevereiro 07, 2019, 11:02:43 am »
O administrador da mundo da Rádio esqueceu por a rádio nas frequências inactiva, faltava por era a Radio Foz do Ave que emitia em 88.6 em Vila do Conde, dpois a rádio passou a ser RFA/rSIM já nos finais dos anos 90 e ainda depois trocou a frequência com a RVST dos 88.6 com 98.4 e até agora passou a ser XL FM.

O administrador do Mundo da Rádio não se esqueceu de nada porque nenhuma dessas frequências está inactiva...

E como é que a Foz do Ave passou a ser Rádio Sim nos finais dos anos 90 se a Rádio Sim só existe desde 2008? Mais rigor antes de dar "dicas", por favor.

Pq a Foz do Ave tinha feito uma parecia o grupo RR, a RFA tava a viver em situação económica mto frágil e a direcção da emissora Vilacondense fez a tal essa parceria para dar continuidade às suas emissões ainda nos 88.6, antes de passar a ser XL FM.

Fez, mas não foi no final dos anos 90.

Se calhar foi no fim dos anos 90, já nem me lembro em ano fui isso, mas ainda me lembro que houve essa parceria.

guest6

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #46 em: Fevereiro 08, 2019, 07:39:43 pm »

Se calhar foi no fim dos anos 90, já nem me lembro em ano fui isso, mas ainda me lembro que houve essa parceria.

Se calhar? Então acabaram de escrever que "a Rádio Sim só existe desde 2008" e ainda põe a hipótese de ter sido no final dos anos 90?! Não consigo perceber...   :(
 

Miguel

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #47 em: Fevereiro 09, 2019, 12:22:53 am »

Se calhar foi no fim dos anos 90, já nem me lembro em ano fui isso, mas ainda me lembro que houve essa parceria.

Se calhar? Então acabaram de escrever que "a Rádio Sim só existe desde 2008" e ainda põe a hipótese de ter sido no final dos anos 90?! Não consigo perceber...   :(

Pois, Sr. Abílio pode informar em que ano a RFA deixou de emitir. Porque já fui há muito tempo que nem me lembro, mas acho que tenho a certeza que fui nos finais do ano 90.
Pode confirmar a minha afirmação.

guest6

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #48 em: Fevereiro 09, 2019, 12:55:55 pm »

Se calhar foi no fim dos anos 90, já nem me lembro em ano fui isso, mas ainda me lembro que houve essa parceria.

Se calhar? Então acabaram de escrever que "a Rádio Sim só existe desde 2008" e ainda põe a hipótese de ter sido no final dos anos 90?! Não consigo perceber...   :(


Pois, Sr. Abílio pode informar em que ano a RFA deixou de emitir. Porque já fui há muito tempo que nem me lembro, mas acho que tenho a certeza que fui nos finais do ano 90.
Pode confirmar a minha afirmação.

Vamos ver se nos entendemos:
Facto: a Rádio Sim começou a emitir no ano de 2008 ( dois mil e oito)
Tendo em conta tal facto NUNCA pode ter existido uma parceria/emissão conjunta com a Rádio Foz do Ave (á altura a emitir em 88.6 fm) no final dos anos 90.



Miguel

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #49 em: Fevereiro 09, 2019, 02:38:51 pm »

Se calhar foi no fim dos anos 90, já nem me lembro em ano fui isso, mas ainda me lembro que houve essa parceria.

Se calhar? Então acabaram de escrever que "a Rádio Sim só existe desde 2008" e ainda põe a hipótese de ter sido no final dos anos 90?! Não consigo perceber...   :(


Pois, Sr. Abílio pode informar em que ano a RFA deixou de emitir. Porque já fui há muito tempo que nem me lembro, mas acho que tenho a certeza que fui nos finais do ano 90.
Pode confirmar a minha afirmação.

Vamos ver se nos entendemos:
Facto: a Rádio Sim começou a emitir no ano de 2008 ( dois mil e oito)
Tendo em conta tal facto NUNCA pode ter existido uma parceria/emissão conjunta com a Rádio Foz do Ave (á altura a emitir em 88.6 fm) no final dos anos 90.

Eu compreendo, mas como já fui há muito tempo não lembro em que ano deixou de emitir a RFA nos 88.6 para depois passar há XL FM.

http://www.gmcs.pt/ficheiros/pt/listagem-de-radios-com-rds_04-07-2014.pdf&ved=2ahUKEwjdsK6g867gAhXUA2MBHebPDB44FBAWMAV6BAgAEAE&usg=AOvVaw1VvWaogZoPOhQiJTLyKMXE
« Última modificação: Fevereiro 09, 2019, 03:06:23 pm por Miguel »

sintonia

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #50 em: Março 03, 2024, 12:47:42 pm »
Caríssimos:

Alguém me consegue explicar porque motivo há tantas frequências disponíveis em Portugal (com alvarás não atribuídos e outros revogados) e ninguém se dedica ao uso delas?

A pergunta é sincera, e honestamente feita com base numa certa ignorância que tenho sobre essa matéria.

Agradecia muito os vossos esclarecimentos. ;)

brodcastfm

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #51 em: Março 03, 2024, 12:50:45 pm »
Porque para isso tem que ser aberto um concurso e o estado não abre atualmente  concursos a rádios.

sintonia

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #52 em: Março 03, 2024, 01:02:43 pm »
Porque para isso tem que ser aberto um concurso e o estado não abre atualmente  concursos a rádios.

Obrigado pelo esclarecimento, caro broadcastfm :)
Que tal fazermos umas petições escritas e pedirmos ajuda às associações do sector?

brodcastfm

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #53 em: Março 03, 2024, 01:06:31 pm »
Porque para isso tem que ser aberto um concurso e o estado não abre atualmente  concursos a rádios.

Obrigado pelo esclarecimento, caro broadcastfm :)
Que tal fazermos umas petições escritas e pedirmos ajuda às associações do sector?
Acho que não vale a pena.
O espectro está saturado e a ANACOM anda com dificuldades. Isto só era resolvido com DAB. Esperamos que em breve possa chegar a Portugal.

joao_s

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #54 em: Março 03, 2024, 02:30:20 pm »
(...)
Acho que não vale a pena.
O espectro está saturado e a ANACOM anda com dificuldades. Isto só era resolvido com DAB. Esperamos que em breve possa chegar a Portugal.

O DAB+ não resolve apenas a gestão do espetro radioelétrico e a qualidade do serviço de radiodifusão, permite a redução dos custos de operação, inclusive, a partilha de custos, uma vez que um emissor é dimensionado para difundir várias estações de rádio.

Quanto custa manter uma rede nacional em FM ao operador (contanto com consumo de energia, despesas de manutenção normais, sem incluir avarias imprevistas)? Qual a percentagem no orçamento? Uma coisa é certa, com DAB+ esses encargos baixam, podendo essas verbas ser reinvestidas em recursos humanos, estúdios e, quiçá, novos produtos.

Numa situação transitória, que dura vários anos, o DAB+ e FM coexistem (tal como aconteceu em sucessivas décadas com FM/AM). Em FM apenas ficam os centros emissores em funcionamento, os retransmissores são desligados com o tempo, até ao switch-off.

O DAB+ poderia ser iniciado com a implementação de centros emissores em Monsanto, Montejunto, Lousã e Mte. da Virgem (Fase 1).

Nesta conjuntura de total imprevisibilidade internacional e perante o cenário da guerra se estender até aos países europeus da NATO, cenário que nunca julguei plausível, se isto se verificar, estamos perante uma recessão nunca vista na Europa, pós WWII. Para manter a paz na Europa será necessário investir no armamento e num exército europeu, um paradoxo inevitável.

Em cenário de crise, temos as rádios a esbanjar recursos financeiros para manter em operação uma tecnologia obsoleta, o FM. Não faz sentido.

Memorias da Radio

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #55 em: Março 03, 2024, 02:40:19 pm »
Porque para isso tem que ser aberto um concurso e o estado não abre atualmente  concursos a rádios.

Sendo que me cheira, só me cheira, que isso vai mudar muito em breve: temos um "alinhamento de planetas" porque a Lei da Rádio estava em discussão antes das eleições e continuará a estar depois, e por outro lado o governo que sairá - e não tenham dúvidas disso, porque eu não tenho - será definitivamente mais à direita que o anterior.

Não vejo a ERC ou o Governo a mandar ao ar o modelo de alvarás, mas definitivamente é plausível que deixem de haver concursos para ser autorizado com base aos interessados que vierem, validando apenas as frequências já pré-mapeadas com a ANACOM e as condições económicas da empresa. De resto um modelo que em tempos já aqui avancei.

pdnf

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #56 em: Março 03, 2024, 02:41:59 pm »
Porque para isso tem que ser aberto um concurso e o estado não abre atualmente  concursos a rádios.

Obrigado pelo esclarecimento, caro broadcastfm :)
Que tal fazermos umas petições escritas e pedirmos ajuda às associações do sector?
Acho que não vale a pena.
O espectro está saturado e a ANACOM anda com dificuldades. Isto só era resolvido com DAB. Esperamos que em breve possa chegar a Portugal.

O espectro está rebentado no Porto (e quiçá Braga), alguma coisa em Lisboa. No resto do país, não se põe tanto essa questão.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

Atento

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #57 em: Março 03, 2024, 03:18:46 pm »
Porque para isso tem que ser aberto um concurso e o estado não abre atualmente  concursos a rádios.

Obrigado pelo esclarecimento, caro broadcastfm :)
Que tal fazermos umas petições escritas e pedirmos ajuda às associações do sector?
Acho que não vale a pena.
O espectro está saturado e a ANACOM anda com dificuldades. Isto só era resolvido com DAB. Esperamos que em breve possa chegar a Portugal.

O espectro está rebentado no Porto (e quiçá Braga), alguma coisa em Lisboa. No resto do país, não se põe tanto essa questão.

Afinando bem tudo no Porto não será possível?


Parece-me evidente o seguinte:

1- A TSF deve ver a sua rede completada;

2- A Observador deve ter uma rede nacional;

3- O grupo RTP deve ter um canal de informação;

4- A ERC deve ser msis exigente com os operadores já existentes, nomeadamente com a RR e Rádio Comercial.

brodcastfm

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #58 em: Março 03, 2024, 03:25:50 pm »
Porque para isso tem que ser aberto um concurso e o estado não abre atualmente  concursos a rádios.

Obrigado pelo esclarecimento, caro broadcastfm :)
Que tal fazermos umas petições escritas e pedirmos ajuda às associações do sector?
Acho que não vale a pena.
O espectro está saturado e a ANACOM anda com dificuldades. Isto só era resolvido com DAB. Esperamos que em breve possa chegar a Portugal.

O espectro está rebentado no Porto (e quiçá Braga), alguma coisa em Lisboa. No resto do país, não se põe tanto essa questão.

Afinando bem tudo no Porto não será possível?


Parece-me evidente o seguinte:

1- A TSF deve ver a sua rede completada;

2- A Observador deve ter uma rede nacional;

3- O grupo RTP deve ter um canal de informação;

4- A ERC deve ser msis exigente com os operadores já existentes, nomeadamente com a RR e Rádio Comercial.
E tudo isso é possível com o DAB com o FM é impossível. Mas creio que o objetivo do DAB não seja criar mais rádios, tudo depende do modelo.

Memorias da Radio

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Re: ANACOM - gestão do espectro radiofónico
« Responder #59 em: Março 03, 2024, 03:54:57 pm »
Porque para isso tem que ser aberto um concurso e o estado não abre atualmente  concursos a rádios.

Obrigado pelo esclarecimento, caro broadcastfm :)
Que tal fazermos umas petições escritas e pedirmos ajuda às associações do sector?
Acho que não vale a pena.
O espectro está saturado e a ANACOM anda com dificuldades. Isto só era resolvido com DAB. Esperamos que em breve possa chegar a Portugal.

O espectro está rebentado no Porto (e quiçá Braga), alguma coisa em Lisboa. No resto do país, não se põe tanto essa questão.

Afinando bem tudo no Porto não será possível?


Parece-me evidente o seguinte:

1- A TSF deve ver a sua rede completada;

2- A Observador deve ter uma rede nacional;

3- O grupo RTP deve ter um canal de informação;

4- A ERC deve ser msis exigente com os operadores já existentes, nomeadamente com a RR e Rádio Comercial.

Virtualmente impossível se se for respeitar a separação de frequências a 0,4; muito difícil a 0,2. A questão do Porto é que apanha confluência de sinal de 5 distritos, conforme a zona: Braga, Porto, Aveiro, Vila Real e norte de Viseu, e os distritos são mais pequenos que a sul, mas a capacidade de propagação do FM é a mesma. O resultado é este.

Tinha que se jogar com potências, localizações no FM, talvez fazer como nos anos 80 e no Reino Unido e segmentar entre nacionais e locais... e por aí fora.