Autor Tópico: Lei da Rádio  (Lida 17711 vezes)

Atento

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Re: Lei da Rádio
« Responder #45 em: Agosto 08, 2021, 12:40:15 pm »
O que é dito ao minuto 28 é verdade e muito relevante na gestão das empresas públicas. A contratação de novas pessoas é um forte constrangimento na gestão diária da vida das empresas públicas. E isso também justifica teres uma rádio jovem tão envelhecida e os falsos recibos verdes.

E ainda o facto de não haver margem de progressão como acontece na MCR com Cidade > Comercial > M80 e a RR com Mega > RFM > RR.
Uma Antena 4 mataria dois coelhos numa cajadada: libertava a Antena 1 para ser uma verdadeira rádio de palavra e permitiria a formação de uma grande equipa com Augusto Fernandes, Catarina Miranda etc mais os "decanos" da 3 para uma BBC Radio 2 à portuguesa.

O problema é que uma Antena 4 vai matar mais uma série de locais, a menos que canibalizes emissores da A2 e da A3! Mas sim, faz sentido isso!Também poderias pegar em malta da 2 e da 3 e dividir entre a 1 e a 2, mas seria um risco no ar... ;D ;D ;D

A RTP deveria ter uma verdadeira rádio jovem como a Mega ou a Cidade, mas com uma playlist diferenciada. A Antena 3, com OUTRO NOME, poderia fazer esse papel.

Voltamos ao mesmo tema de sempre em Portugal: pensam que as mudanças se fazem mudando, simplesmente, o nome da estação... ERRADO.

Certo.

Veja-se o mesmo na tv...

Os complexos da RTP para dar nome ao seu canal de informação...

Para não ferir a SIC Notícias, enrolou até parir RTPN...
Depois apareceu mais um complexo e toca a mudar o nome para RTP Informação...
Mais tarde fortíssimos complexos parem a RTP3...

De complexo em complexo, pelo meio, perde mais telespetadores...
Agora está com 0,6%...quando já andou perto dos 2,0%...
« Última modificação: Agosto 08, 2021, 12:42:08 pm por Atento »

radiokilledtheMTVstar

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Re: Lei da Rádio
« Responder #46 em: Agosto 09, 2021, 06:19:06 pm »

Certo.

Veja-se o mesmo na tv...

Os complexos da RTP para dar nome ao seu canal de informação...

Para não ferir a SIC Notícias, enrolou até parir RTPN...
Depois apareceu mais um complexo e toca a mudar o nome para RTP Informação...
Mais tarde fortíssimos complexos parem a RTP3...

De complexo em complexo, pelo meio, perde mais telespetadores...
Agora está com 0,6%...quando já andou perto dos 2,0%...

Concordo, mas é preciso não esquecer surgiu uma TVI24 pelo meio.
Mesmo assim, a RTP3 com o público da TDT chega muitas vezes a passá-la ficando em segundo lugar nos canais informativos.

Atento

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Re: Lei da Rádio
« Responder #47 em: Agosto 10, 2021, 07:59:24 pm »

Certo.

Veja-se o mesmo na tv...

Os complexos da RTP para dar nome ao seu canal de informação...

Para não ferir a SIC Notícias, enrolou até parir RTPN...
Depois apareceu mais um complexo e toca a mudar o nome para RTP Informação...
Mais tarde fortíssimos complexos parem a RTP3...

De complexo em complexo, pelo meio, perde mais telespetadores...
Agora está com 0,6%...quando já andou perto dos 2,0%...

Concordo, mas é preciso não esquecer surgiu uma TVI24 pelo meio.
Mesmo assim, a RTP3 com o público da TDT chega muitas vezes a passá-la ficando em segundo lugar nos canais informativos.

Já andou perto existindo também a tvi24.

pdnf

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Re: Lei da Rádio
« Responder #48 em: Agosto 19, 2021, 11:15:52 pm »
Uma questão: as rádios nacionaissão "obrigadas" a ceder conteúdos às locais (exo: noticiários, relatos) a pedido das mesmas?

Estou a ouvir o relato do Partizan-Santa Clara na Rádio Regional de Arouca. Que, curiosamente, está ligeiramente adiantado face aos 96.7!
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

AG

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Re: Lei da Rádio
« Responder #49 em: Março 18, 2022, 10:48:39 am »
Os 98,4 cobrem bem Braga, pelo que já foi aqui esclarecido e a Viana confirmo que chegam pois eu próprio testei. O que fica por cobrir é mesmo o Alto Minho (Valença, Cerveira e Caminha). Portanto, sobram dois emissores, porque é meu entender que uma rádio deste tipo não funciona com 8 horas de emissão local, portanto, o limite serão os seis emissores. Diria que as melhores soluções seriam dois emissores, um para a zona de Coimbra, outro para a região do Oeste.
Por ordem do que me parece mais eficaz:
Coimbra: a Beira Litoral, Soure (coma microcobertura reativada), Foz do Mondego, Cardal ou RCP-92.6 (esta última tem o problema da Antena 2, que se pusser o emissor de Gaia a 100%, deve ser dizimada).
Oeste: Benedita ou Cister, Hiper, Alenquer, RLO.

PS: A CISTER não está no FMSCAN.

Ainda não fui ao Minho desde que a Observador emite nos 98.4, presumia que a cobertura era fraca na região.

Se é assim passo a estar de acordo contigo.

Uma frequência na zona de Coimbra - a meu ver a de Soure ou a Cardal eram as melhores opções pois os 92,6 são da Mealhada, distrito de Aveiro - não poderiam emitir a Observador de Lisboa 24 horas por dia. A Foz do Mondego também poderia ser uma opção interessante. A Beira Litoral está numa cota relativamente baixa, em Montemor-o-Velho, nem a Aveiro chega.

Outra frequência na região de Leiria/Oeste mas que entrasse bem em Santarém/Tomar. Alenquer também não pode ser pois faz parte do distrito de Lisboa. Logo apostaria num das rádios de Tomar para além das emissoras que referiste.

Só estes dois distritos tem 700.000 habitantes (e nem conto com Santarém), o Algarve tem 400.000. Com apenas 6 emissores tem que se fazer escolhas.

pdnf

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Re: Lei da Rádio
« Responder #50 em: Março 18, 2022, 11:35:41 am »
Os 98,4 cobrem bem Braga, pelo que já foi aqui esclarecido e a Viana confirmo que chegam pois eu próprio testei. O que fica por cobrir é mesmo o Alto Minho (Valença, Cerveira e Caminha). Portanto, sobram dois emissores, porque é meu entender que uma rádio deste tipo não funciona com 8 horas de emissão local, portanto, o limite serão os seis emissores. Diria que as melhores soluções seriam dois emissores, um para a zona de Coimbra, outro para a região do Oeste.
Por ordem do que me parece mais eficaz:
Coimbra: a Beira Litoral, Soure (coma microcobertura reativada), Foz do Mondego, Cardal ou RCP-92.6 (esta última tem o problema da Antena 2, que se pusser o emissor de Gaia a 100%, deve ser dizimada).
Oeste: Benedita ou Cister, Hiper, Alenquer, RLO.

PS: A CISTER não está no FMSCAN.

Ainda não fui ao Minho desde que a Observador emite nos 98.4, presumia que a cobertura era fraca na região.

Se é assim passo a estar de acordo contigo.

Uma frequência na zona de Coimbra - a meu ver a de Soure ou a Cardal eram as melhores opções pois os 92,6 são da Mealhada, distrito de Aveiro - não poderiam emitir a Observador de Lisboa 24 horas por dia. A Foz do Mondego também poderia ser uma opção interessante. A Beira Litoral está numa cota relativamente baixa, em Montemor-o-Velho, nem a Aveiro chega.

Outra frequência na região de Leiria/Oeste mas que entrasse bem em Santarém/Tomar. Alenquer também não pode ser pois faz parte do distrito de Lisboa. Logo apostaria num das rádios de Tomar para além das emissoras que referiste.

Só estes dois distritos tem 700.000 habitantes (e nem conto com Santarém), o Algarve tem 400.000. Com apenas 6 emissores tem que se fazer escolhas.

Mea culpa, pensava mesmo que a Mealhada era já Coimbra, e o mesmo para Alenquer em relação a Leiria.
Penso que a Cardal poderia ter dois problemas, o primeiro o facto de na zona sul de Aveiro a escuta ainda não ser perfeita (incrível, mas o emissor da Afifense ainda faz asneiras muito a sul). Por outro lado, é distrito de Leiria, o que limitaria a escolha da outra frequência ao distrito de Santarém. É engraçado que a Beira Litoral até entra relativamente bem a sul do Porto, melhor até que a de Soure.
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Zeca 2021

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Re: Lei da Rádio
« Responder #51 em: Março 18, 2022, 03:31:03 pm »
São precisos mais emissores?...
Na minha óptica apenas acrescentaria dois: no Minho e na zona Centro, de forma a fazer o eixo "A2-A1-A3" de forma quase perfeita.

Eu até sugeria mais que dois, para aí uns 10. Fecha-se mais umas rádios locais e coloca-se a debitar mais esta Rádio de um grupo, desde a capital do Império.

Zeca 2021

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Re: Lei da Rádio
« Responder #52 em: Março 18, 2022, 03:39:05 pm »
Inacreditável como facilmente neste forum vejo foristas a matar rádios locais e a promover sistematicamente rádios de Lisboa, desta vez a Observador. O velho trauma colonialista de Lisboa a tentar ocupar tudo que existe no país, uma tristeza. Depois falam no interior desértico, falta de oportunidades bla bla bla quando são estas mesmas pessoas que todos os dias da rádio ás instituições publicas, apenas promovem a capital sempre á custa de qualquer coisa que ainda respire fora de lisboa.

Esta gente que aqui tanto desespera para mais frequências da Observador trabalham para quem?
Que interesse possuem para só promover o fecho das poucas vozes do país?
Que interesse tem ver um país desertificado, que fala apenas a uma só voz e apenas com a prespectiva desde lisboa?
Porque custa tanto a esta gente da capital defender o que ainda resta no país, promover a defesa da rádio fora de lisboa.
Esta gente que por aqui anda não gosta de rádio. Muitos dos aqui andam apenas andam por aqui a promover as suas rádios, os seus interesses, as sua convicções mais primárias de regionalistas saloios e pouco mais.

Mais Observador pelo país significa menos rádios locais pelo país, menos vozes, menos jornalismo formatado na Capital mas ao mesmo tempo, mais dinheiro para o grupo da Observador, mais dinheiro para o PIB do concelho de Lisboa, mais rendimento para o mesmo sitio no país, ou seja, mais deserto jornalistico neste Portugal centralista.
« Última modificação: Março 18, 2022, 03:40:55 pm por Zeca 2021 »

Atento

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Re: Lei da Rádio
« Responder #53 em: Março 18, 2022, 03:51:35 pm »
Inacreditável como facilmente neste forum vejo foristas a matar rádios locais e a promover sistematicamente rádios de Lisboa, desta vez a Observador. O velho trauma colonialista de Lisboa a tentar ocupar tudo que existe no país, uma tristeza. Depois falam no interior desértico, falta de oportunidades bla bla bla quando são estas mesmas pessoas que todos os dias da rádio ás instituições publicas, apenas promovem a capital sempre á custa de qualquer coisa que ainda respire fora de lisboa.

Esta gente que aqui tanto desespera para mais frequências da Observador trabalham para quem?
Que interesse possuem para só promover o fecho das poucas vozes do país?
Que interesse tem ver um país desertificado, que fala apenas a uma só voz e apenas com a prespectiva desde lisboa?
Porque custa tanto a esta gente da capital defender o que ainda resta no país, promover a defesa da rádio fora de lisboa.
Esta gente que por aqui anda não gosta de rádio. Muitos dos aqui andam apenas andam por aqui a promover as suas rádios, os seus interesses, as sua convicções mais primárias de regionalistas saloios e pouco mais.

Mais Observador pelo país significa menos rádios locais pelo país, menos vozes, menos jornalismo formatado na Capital mas ao mesmo tempo, mais dinheiro para o grupo da Observador, mais dinheiro para o PIB do concelho de Lisboa, mais rendimento para o mesmo sitio no país, ou seja, mais deserto jornalistico neste Portugal centralista.

Poderia mencionar rádios locais que sejam comprovadamente uma mais valia para o concelho ou concelhos para os quais emitem?

Seguramente que não serão mais de 25/30...

brodcastfm

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Re: Lei da Rádio
« Responder #54 em: Março 18, 2022, 04:13:55 pm »
Inacreditável como facilmente neste forum vejo foristas a matar rádios locais e a promover sistematicamente rádios de Lisboa, desta vez a Observador. O velho trauma colonialista de Lisboa a tentar ocupar tudo que existe no país, uma tristeza. Depois falam no interior desértico, falta de oportunidades bla bla bla quando são estas mesmas pessoas que todos os dias da rádio ás instituições publicas, apenas promovem a capital sempre á custa de qualquer coisa que ainda respire fora de lisboa.

Esta gente que aqui tanto desespera para mais frequências da Observador trabalham para quem?
Que interesse possuem para só promover o fecho das poucas vozes do país?
Que interesse tem ver um país desertificado, que fala apenas a uma só voz e apenas com a prespectiva desde lisboa?
Porque custa tanto a esta gente da capital defender o que ainda resta no país, promover a defesa da rádio fora de lisboa.
Esta gente que por aqui anda não gosta de rádio. Muitos dos aqui andam apenas andam por aqui a promover as suas rádios, os seus interesses, as sua convicções mais primárias de regionalistas saloios e pouco mais.

Mais Observador pelo país significa menos rádios locais pelo país, menos vozes, menos jornalismo formatado na Capital mas ao mesmo tempo, mais dinheiro para o grupo da Observador, mais dinheiro para o PIB do concelho de Lisboa, mais rendimento para o mesmo sitio no país, ou seja, mais deserto jornalistico neste Portugal centralista.
Concordo plenamente consigo. Deixem as rádios locais fazerem o seu trabalho elas são necessárias para o desenvolvimento das suas regiões.

« Última modificação: Março 18, 2022, 04:32:49 pm por brodcastfm »

Zeca 2021

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Re: Lei da Rádio
« Responder #55 em: Março 18, 2022, 04:21:34 pm »
Inacreditável como facilmente neste forum vejo foristas a matar rádios locais e a promover sistematicamente rádios de Lisboa, desta vez a Observador. O velho trauma colonialista de Lisboa a tentar ocupar tudo que existe no país, uma tristeza. Depois falam no interior desértico, falta de oportunidades bla bla bla quando são estas mesmas pessoas que todos os dias da rádio ás instituições publicas, apenas promovem a capital sempre á custa de qualquer coisa que ainda respire fora de lisboa.

Esta gente que aqui tanto desespera para mais frequências da Observador trabalham para quem?
Que interesse possuem para só promover o fecho das poucas vozes do país?
Que interesse tem ver um país desertificado, que fala apenas a uma só voz e apenas com a prespectiva desde lisboa?
Porque custa tanto a esta gente da capital defender o que ainda resta no país, promover a defesa da rádio fora de lisboa.
Esta gente que por aqui anda não gosta de rádio. Muitos dos aqui andam apenas andam por aqui a promover as suas rádios, os seus interesses, as sua convicções mais primárias de regionalistas saloios e pouco mais.

Mais Observador pelo país significa menos rádios locais pelo país, menos vozes, menos jornalismo formatado na Capital mas ao mesmo tempo, mais dinheiro para o grupo da Observador, mais dinheiro para o PIB do concelho de Lisboa, mais rendimento para o mesmo sitio no país, ou seja, mais deserto jornalistico neste Portugal centralista.

Poderia mencionar rádios locais que sejam comprovadamente uma mais valia para o concelho ou concelhos para os quais emitem?

Seguramente que não serão mais de 25/30...
Todas.
Não vai ser uma rádio de Lisboa que vai contribuir com alguma coisa de bom para qualquer concelho seja.
Nenhuma rádio invasora de uma frequência local emprega gente nesse concelho.
Diga-me uma, só uma.

brodcastfm

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Re: Lei da Rádio
« Responder #56 em: Março 18, 2022, 04:31:25 pm »
Inacreditável como facilmente neste forum vejo foristas a matar rádios locais e a promover sistematicamente rádios de Lisboa, desta vez a Observador. O velho trauma colonialista de Lisboa a tentar ocupar tudo que existe no país, uma tristeza. Depois falam no interior desértico, falta de oportunidades bla bla bla quando são estas mesmas pessoas que todos os dias da rádio ás instituições publicas, apenas promovem a capital sempre á custa de qualquer coisa que ainda respire fora de lisboa.

Esta gente que aqui tanto desespera para mais frequências da Observador trabalham para quem?
Que interesse possuem para só promover o fecho das poucas vozes do país?
Que interesse tem ver um país desertificado, que fala apenas a uma só voz e apenas com a prespectiva desde lisboa?
Porque custa tanto a esta gente da capital defender o que ainda resta no país, promover a defesa da rádio fora de lisboa.
Esta gente que por aqui anda não gosta de rádio. Muitos dos aqui andam apenas andam por aqui a promover as suas rádios, os seus interesses, as sua convicções mais primárias de regionalistas saloios e pouco mais.

Mais Observador pelo país significa menos rádios locais pelo país, menos vozes, menos jornalismo formatado na Capital mas ao mesmo tempo, mais dinheiro para o grupo da Observador, mais dinheiro para o PIB do concelho de Lisboa, mais rendimento para o mesmo sitio no país, ou seja, mais deserto jornalistico neste Portugal centralista.

Poderia mencionar rádios locais que sejam comprovadamente uma mais valia para o concelho ou concelhos para os quais emitem?

Seguramente que não serão mais de 25/30...
Todas.
Não vai ser uma rádio de Lisboa que vai contribuir com alguma coisa de bom para qualquer concelho seja.
Nenhuma rádio invasora de uma frequência local emprega gente nesse concelho.
Diga-me uma, só uma.
Exatamente.
A Observador é apenas uma rádio local nada mais que isso.

pdnf

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Re: Lei da Rádio
« Responder #57 em: Março 18, 2022, 04:45:24 pm »
Mais uma vez, o problema reside não no facto de ser de Lisboa ou de Bruxelas. Sou o primeiro a defender que a RDP e também a R/Com e MCR, mais a mais a TSF por ordem de razão, tinham todas e totais condições para terem emissão a sair do Porto, Coimbra e mesmo de outros locais do país. O mesmo poderia e deveria fazer a Observador, se se quer afirmar como uma rádio verdadeiramente nacional.
Agora, isso é certo, projetos de informação em rádios locais, esqueçam. Nenhuma tem escala para isso, veja-se o que aconteceu com a Nova, que até tem um jornal a sustentar por trás. Por outro lado, as rádios locais pouco emprego criam, e a qualidade, essa nem ve-la. A maioria delas limitam-se a passar música horas e horas a fio, e a uns discos pedidos.
Querem informação regional de qualidade? Todos queremos. Faça-se o seguinte: altere-se a Lei da Rádio, abra-se concurso para novos alvarás e deixe-se crescer rádios com vocação nacional, apresentando-lhes um caderno de encargos devidamente estruturado em matéria de representação regional e limpe-se o éter de projetos medíocres e criem-se rádios regionais fortes.
Aí sim, criamos emprego e valor para as regiões. Entre o que temos que é nada, e um bom produto informativo, acho que ficamos todos a ganhar. E como já tive oportunidade de provar, este modelo nem para a região de Lisboa, muitas vezes confundida com o país, é bom.
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Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

Atento

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Re: Lei da Rádio
« Responder #58 em: Março 18, 2022, 05:03:18 pm »
Inacreditável como facilmente neste forum vejo foristas a matar rádios locais e a promover sistematicamente rádios de Lisboa, desta vez a Observador. O velho trauma colonialista de Lisboa a tentar ocupar tudo que existe no país, uma tristeza. Depois falam no interior desértico, falta de oportunidades bla bla bla quando são estas mesmas pessoas que todos os dias da rádio ás instituições publicas, apenas promovem a capital sempre á custa de qualquer coisa que ainda respire fora de lisboa.

Esta gente que aqui tanto desespera para mais frequências da Observador trabalham para quem?
Que interesse possuem para só promover o fecho das poucas vozes do país?
Que interesse tem ver um país desertificado, que fala apenas a uma só voz e apenas com a prespectiva desde lisboa?
Porque custa tanto a esta gente da capital defender o que ainda resta no país, promover a defesa da rádio fora de lisboa.
Esta gente que por aqui anda não gosta de rádio. Muitos dos aqui andam apenas andam por aqui a promover as suas rádios, os seus interesses, as sua convicções mais primárias de regionalistas saloios e pouco mais.

Mais Observador pelo país significa menos rádios locais pelo país, menos vozes, menos jornalismo formatado na Capital mas ao mesmo tempo, mais dinheiro para o grupo da Observador, mais dinheiro para o PIB do concelho de Lisboa, mais rendimento para o mesmo sitio no país, ou seja, mais deserto jornalistico neste Portugal centralista.
Concordo plenamente consigo. Deixem as rádios locais fazerem o seu trabalho elas são necessárias para o desenvolvimento das suas regiões.


Qual trabalho?

Pode dizer qual?

Há excepções evidentemente...


Atento

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Re: Lei da Rádio
« Responder #59 em: Março 18, 2022, 05:06:04 pm »
Mais uma vez, o problema reside não no facto de ser de Lisboa ou de Bruxelas. Sou o primeiro a defender que a RDP e também a R/Com e MCR, mais a mais a TSF por ordem de razão, tinham todas e totais condições para terem emissão a sair do Porto, Coimbra e mesmo de outros locais do país. O mesmo poderia e deveria fazer a Observador, se se quer afirmar como uma rádio verdadeiramente nacional.
Agora, isso é certo, projetos de informação em rádios locais, esqueçam. Nenhuma tem escala para isso, veja-se o que aconteceu com a Nova, que até tem um jornal a sustentar por trás. Por outro lado, as rádios locais pouco emprego criam, e a qualidade, essa nem ve-la. A maioria delas limitam-se a passar música horas e horas a fio, e a uns discos pedidos.
Querem informação regional de qualidade? Todos queremos. Faça-se o seguinte: altere-se a Lei da Rádio, abra-se concurso para novos alvarás e deixe-se crescer rádios com vocação nacional, apresentando-lhes um caderno de encargos devidamente estruturado em matéria de representação regional e limpe-se o éter de projetos medíocres e criem-se rádios regionais fortes.
Aí sim, criamos emprego e valor para as regiões. Entre o que temos que é nada, e um bom produto informativo, acho que ficamos todos a ganhar. E como já tive oportunidade de provar, este modelo nem para a região de Lisboa, muitas vezes confundida com o país, é bom.

Todos os canais da Rádio France transmitem a partir de Paris.

O que importa é a riqueza dos conteúdos.