Autor Tópico: Oxigénio e/ou Radar no Porto  (Lida 6654 vezes)

Linxtuga

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Re: Oxigénio e/ou Radar no Porto
« Responder #15 em: Outubro 05, 2016, 07:50:50 pm »
Concordo em absoluto com o que aqui foi dito no que diz respeito ao Porto. Nem tinha bem noção disto até Junho deste ano, altura em que passei uns dias felizes na Invicta e basicamente apaixonei-me por ela (mais até que por Lisboa que lidava com regularidade há que tempos - e peço imensa desculpa por dizer isto mas que se lixe, é a verdade). Mas esse é um ponto mau que espero que seja melhorado em breve. É preciso mais e melhor rádio no Porto! Não basta só a Nova!

E quanto à Vodafone... eu já não posso com a Vodafone. É preciso outra coisa...

Agora é que eu me apercebi da efetiva necessidade de haver coisas locais no Porto. A partir do momento que estou agora a fazer essa viagem com muita regularidade (às 2 e 3 vezes por mês) é que percebo o quanto se deve fazer por ter algo mesmo de lá, em vez de vir a retransmissão de Lisboa. É preciso que as pessoas se identifiquem e rádio também é ligação. Mas a economia. Ah, o raio da economia...

Long story short: quero uma Oxigénio no Porto. É fundamental. Radar também, mas não há espaço para tudo. O ideal até era que as duas se fundissem, mas mais com enfoque na Oxigénio, e de preferência com mais emissões feitas a partir do Porto, na minha opinião. Se a MEO Music que é o que é tem 4 horas de painel com a Débora Zenha...


ZECA

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Re: Oxigénio e/ou Radar no Porto
« Responder #16 em: Outubro 07, 2016, 02:25:37 pm »
Essas quatro horas são feitas no Porto?  Ou percebi mal..

ZECA

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Re: Oxigénio e/ou Radar no Porto
« Responder #17 em: Outubro 07, 2016, 02:28:21 pm »
Concordo em absoluto com o que aqui foi dito no que diz respeito ao Porto. Nem tinha bem noção disto até Junho deste ano, altura em que passei uns dias felizes na Invicta e basicamente apaixonei-me por ela (mais até que por Lisboa que lidava com regularidade há que tempos - e peço imensa desculpa por dizer isto mas que se lixe, é a verdade). Mas esse é um ponto mau que espero que seja melhorado em breve. É preciso mais e melhor rádio no Porto! Não basta só a Nova!

E quanto à Vodafone... eu já não posso com a Vodafone. É preciso outra coisa...

Agora é que eu me apercebi da efetiva necessidade de haver coisas locais no Porto. A partir do momento que estou agora a fazer essa viagem com muita regularidade (às 2 e 3 vezes por mês) é que percebo o quanto se deve fazer por ter algo mesmo de lá, em vez de vir a retransmissão de Lisboa. É preciso que as pessoas se identifiquem e rádio também é ligação. Mas a economia. Ah, o raio da economia...

Long story short: quero uma Oxigénio no Porto. É fundamental. Radar também, mas não há espaço para tudo. O ideal até era que as duas se fundissem, mas mais com enfoque na Oxigénio, e de preferência com mais emissões feitas a partir do Porto, na minha opinião. Se a MEO Music que é o que é tem 4 horas de painel com a Débora Zenha...
Pois é. A Rádio no Porto morreu há muito. Nos arredores de igual modo. Já viu o que é estar na Área Metropolitana do Porto e praticamente só se apanha rádios da Capital.?!  Ai da bem que entende esse sentimento nas viagens que faz até ao Porto.

Linxtuga

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Re: Oxigénio e/ou Radar no Porto
« Responder #18 em: Outubro 09, 2016, 02:26:15 am »
Essas quatro horas são feitas no Porto?  Ou percebi mal..

Sim. A Débora está de manhã na Nova Era como repórter de exterior e logo a seguir muda de estúdio às 10 da manhã para a Meo Music até às 14 horas. É a única emissão do grupo Musica no Coração que sai do Porto para Lisboa em todas as rádios do grupo. O resto sai tudo de Picoas para cima.

Parece impossível mas é verdade.

Concordo em absoluto com o que aqui foi dito no que diz respeito ao Porto. Nem tinha bem noção disto até Junho deste ano, altura em que passei uns dias felizes na Invicta e basicamente apaixonei-me por ela (mais até que por Lisboa que lidava com regularidade há que tempos - e peço imensa desculpa por dizer isto mas que se lixe, é a verdade). Mas esse é um ponto mau que espero que seja melhorado em breve. É preciso mais e melhor rádio no Porto! Não basta só a Nova!

E quanto à Vodafone... eu já não posso com a Vodafone. É preciso outra coisa...

Agora é que eu me apercebi da efetiva necessidade de haver coisas locais no Porto. A partir do momento que estou agora a fazer essa viagem com muita regularidade (às 2 e 3 vezes por mês) é que percebo o quanto se deve fazer por ter algo mesmo de lá, em vez de vir a retransmissão de Lisboa. É preciso que as pessoas se identifiquem e rádio também é ligação. Mas a economia. Ah, o raio da economia...

Long story short: quero uma Oxigénio no Porto. É fundamental. Radar também, mas não há espaço para tudo. O ideal até era que as duas se fundissem, mas mais com enfoque na Oxigénio, e de preferência com mais emissões feitas a partir do Porto, na minha opinião. Se a MEO Music que é o que é tem 4 horas de painel com a Débora Zenha...
Pois é. A Rádio no Porto morreu há muito. Nos arredores de igual modo. Já viu o que é estar na Área Metropolitana do Porto e praticamente só se apanha rádios da Capital.?!  Ai da bem que entende esse sentimento nas viagens que faz até ao Porto.

No centro não está nada equilibrado face a Lisboa. Nos arredores também não... Mas o problema dos arredores é transversal também aqui a Lisboa, sabe, Zeca... Aqui, em 14 concelhos e talvez umas 25 licenças atribuídas, há nada menos que 8 licenças ainda locais em 6 concelhos. Destas, 4 estão vendidas a igrejas e uma a um empresário de suplementos naturais (a RDS). De resto... foi tudo para Lisboa.

Agora, que não é comparativamente tão grave essas terem ido para Lisboa (porque há uma relação com Lisboa) como é no Porto ouvir-se de Lisboa, claro que não é, mas... Dá para ter uma ideia do tal eucaliptal que fala.

Agora mais que nunca tenho essa percepção. É meio frustrante e obriga me a ser seletivo na escolha da rádio que quero para tentar a melhor ligação possível ao Porto. Há alturas que eu tenho vontade de ouvir por exemplo a Oxigénio e não ouço.

Isto porque era surreal eu já vir de Lisboa de propósito ao Porto, e chegava ao Porto e ainda ouvia uma rádio que é da Linha de Cascais, onde a tenho disponível 95% do tempo normalmente?... Não faz sentido.

Se é assim para viagens, imagine se morasse mesmo no Porto (uma hipótese que eu adoro, diga-se de passagem). Faz falta, mais que uma Radar/Oxigénio no Porto, emissão também feita a partir de lá. Se o eng. não quer rádios alternativas no Porto, pega-se numa frequência e faz-se uma à moda do Porto, bem feita, com pés, cabeça e gente dentro.

Atento

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Re: Oxigénio e/ou Radar no Porto
« Responder #19 em: Outubro 09, 2016, 09:29:42 am »
Isto nasceu mal logo no início. Todo o concelho queria ter a sua rádio...

A lei de legalização foi péssima...

Muitos concelhos chegaram a ter duas rádios locais... Enfim.

Devia-se ter apostado em rádios distritais, com 4 horas de desdobramento local. Rádios que falassem das regiões que servem, trazendo à antena os diferentes protagonistas locais...

Hoje em dia só algumas rádios locais cumprem o serviço público local; muitas limitam-se a replicar as cassetes nacionais...

Tendo em conta a realidade do país, lançaria, na altura, a concurso um pacote de duas redes nacionais em FM, com um caderno de encargos rigoroso. Uma rede de FM seria generalista e a outra de cariz musical.

Teríamos ficado com três grupos fortes, com músculo:

1- Estado;

2- Igreja;

3- Grupo privado laico,liberal, etc...

ZECA

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Re: Oxigénio e/ou Radar no Porto
« Responder #20 em: Outubro 09, 2016, 11:58:14 am »
Isto nasceu mal logo no início. Todo o concelho queria ter a sua rádio...

A lei de legalização foi péssima...

Muitos concelhos chegaram a ter duas rádios locais... Enfim.

Devia-se ter apostado em rádios distritais, com 4 horas de desdobramento local. Rádios que falassem das regiões que servem, trazendo à antena os diferentes protagonistas locais...

Hoje em dia só algumas rádios locais cumprem o serviço público local; muitas limitam-se a replicar as cassetes nacionais...

Tendo em conta a realidade do país, lançaria, na altura, a concurso um pacote de duas redes nacionais em FM, com um caderno de encargos rigoroso. Uma rede de FM seria generalista e a outra de cariz musical.

Teríamos ficado com três grupos fortes, com músculo:

1- Estado;

2- Igreja;

3- Grupo privado laico,liberal, etc...
Portugal já tem duas frequências regionais e como estão? Em Lisboa.
A TSF é o melhor exemplo dessa aglutinação. Na nova grelha lá resolveram dar os noticiários entre as 17h e as 20h desde o Porto com o Artur Carvalho e Joaquim Ferreira, mas apenas os noticiários. O animador de serviço está sempre sentado em Lisboa.
O problema não esteve na atribuição de alvarás por concelho ou mais do que um por concelho. O grande problema veio depois ao alterar-se a lei da rádio de forma a permitir a certos grupos de comunicação que todos sabemos quais são, em aglutinar locais para legalmente se transforma-se uma rádio local numa de dimensão nacional apenas com um estúdio e a mesma equipa. Os exemplos são aos montes. e pontapés. O poder económico e politico permitiram este estado de coisas, facilitado pelo compadrio local de presidentes de municípios. Escandaloso é o que se passa na Area metropolitana do Porto.

Atento

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Re: Oxigénio e/ou Radar no Porto
« Responder #21 em: Outubro 09, 2016, 12:13:20 pm »
Isto nasceu mal logo no início. Todo o concelho queria ter a sua rádio...

A lei de legalização foi péssima...

Muitos concelhos chegaram a ter duas rádios locais... Enfim.

Devia-se ter apostado em rádios distritais, com 4 horas de desdobramento local. Rádios que falassem das regiões que servem, trazendo à antena os diferentes protagonistas locais...

Hoje em dia só algumas rádios locais cumprem o serviço público local; muitas limitam-se a replicar as cassetes nacionais...

Tendo em conta a realidade do país, lançaria, na altura, a concurso um pacote de duas redes nacionais em FM, com um caderno de encargos rigoroso. Uma rede de FM seria generalista e a outra de cariz musical.

Teríamos ficado com três grupos fortes, com músculo:

1- Estado;

2- Igreja;

3- Grupo privado laico,liberal, etc...
Portugal já tem duas frequências regionais e como estão? Em Lisboa.
A TSF é o melhor exemplo dessa aglutinação. Na nova grelha lá resolveram dar os noticiários entre as 17h e as 20h desde o Porto com o Artur Carvalho e Joaquim Ferreira, mas apenas os noticiários. O animador de serviço está sempre sentado em Lisboa.
O problema não esteve na atribuição de alvarás por concelho ou mais do que um por concelho. O grande problema veio depois ao alterar-se a lei da rádio de forma a permitir a certos grupos de comunicação que todos sabemos quais são, em aglutinar locais para legalmente se transforma-se uma rádio local numa de dimensão nacional apenas com um estúdio e a mesma equipa. Os exemplos são aos montes. e pontapés. O poder económico e politico permitiram este estado de coisas, facilitado pelo compadrio local de presidentes de municípios. Escandaloso é o que se passa na Area metropolitana do Porto.


Na minha opinião, o problema esteve nos alvarás. Demonstrou haver uma visão paroquial. Não raras vezes, houve atropelos e caciquismos vários.

Rádios distritais teriam sido a solução. Teria havido qualidade, escala e não teria havido falências e as vendas dos alvarás às redes nacionais.

Uma rádio local/distrital é para trazer os protagonistas da região; não é para replicar a programação das rádios nacionais. Tudo mal parido portanto.

Isso das duas redes regionais foi das coisas ais absurdas...

skizzo

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Re: Oxigénio e/ou Radar no Porto
« Responder #22 em: Outubro 14, 2016, 07:41:36 am »
Prefiro a Oxigénio