Autor Tópico: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro  (Lida 11858 vezes)

pdnf

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #90 em: Março 03, 2024, 11:15:22 pm »
Se houvesse uma em Lisboa que permitisse abdicar de uma delas...
96.2 por exemplo.

Não percebi, para que servem os 96.2 da Estádio à Observador, se tem 98,7 Seixal? Para além disso, os 93,7 da Amadora podem não valer nada para Norte (em Sintra ouve-se mais a RR do que a Observador) mas para sul têm um desempenho excecional na A2, em agosto escrevi aqui exatamente onde morria, mas seguramente passava para lá da "Vila Morena".
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #91 em: Março 04, 2024, 12:14:24 am »
Bem, “sintonia” faltam-lhe dados para proferir uma opinião fundamentada. Quem lhe disse que o distrito de Leiria não tem cobertura da Rádio Observador? Acontece que tem.

Caro joao_s: sei perfeitamente do que falei e de ao que me referi, pois o que escrevi vem no seguimento do historial do tópico e não pode/nem deve ser lido como algo "estanque". O Distrito de Leiria é contornado pelo Distrito de Santarém que tem duas gigantes muralhas naturais chamadas Serra de Aire e Serra dos Candeeiros. Ora, essas duas montanhas fazem com que essa cobertura de que falou restrinja, em muito, o acesso de várias cidades à Rádio Observador. Mais: considerar as antenas emissoras de Rio Maior (com a da frequência principal e a da micro-cobertura) e o pensar servir, como que prioritariamente, quem usa as auto-estradas (troços destas) parece-me profundamente redutor.
Além disso, quando aqui falam em linha de continuidade da cobertura, faria, sim, todo o sentido a união com uma frequência em Leiria e, posteriormente, subir até Coimbra, do que criar vazios entre as áreas de cobertura.
Quanto ao "número de pessoas", eu apresentei números que desmentem o argumento de "Coimbra tem mais". Não, não tem: chega a ter menos 50 mil pessoas...

Cada vez acho mais que há uma discriminação pura, neste assunto, em relação a Leiria e arredores, em detrimento de Coimbra.

Se, por exemplo, defendessem aqui o uso das antenas do topo da Serra de Aire ao invés daquele desastre do uso do Alto da Maunça (que servindo aparentemente bem a um lado, continua a ter um mega bloqueio do outro), e, com isso, já se desse uma cobertura generosa a uma vasta área dos distritos de Leiria e Santarém em simultâneo, talvez a questão ora em debate nem se colocasse e se pudesse pensar no voo de Coimbra e outros...

E se, por exemplo, considerassem que há tantos ou mais ouvintes fixos nas casas e empresas da região do que nas viagens temporárias da A1 e A8... tudo seria mais fácil e útil na discussão...

Mas pronto: estou quase a ponto de desistir :-[

Leiria precisa sempre de ter dois blocos de emissores para ser totalmente coberta: um na zona Oeste, como tem hoje e bem, que vai grosso modo até à Marinha Grande +- (em rigor, Vieira de Leiria na estrada atlântica é o primeiro dos pontos, ainda com falhas), e outro para um vasto bloco bem mais "palavroso" de relevo, que começa na Batalha e passa por Leiria, Fátima, Porto de Mós, Pombal e já nem falando de concelhos do interior, como Pedrógão Grande ou o da Ágata.

Coimbra só precisa de ter 1 único emissor, com boa potência, para chegar a muitas destas zonas - lá, escuta-se sempre em Pombal, em múltiplas zonas do interior da denominada Região de Leiria (não vou dizer que a escuta é perfeita, porque sei que não é, mas já na Maunça não o é, basta fazer-se a A13), em Fátima pelo efeito de relevo/espelho e em múltiplas zonas do concelho de Leiria, sobretudo as externas ao centro, o sinal caindo visivelmente quanto mais próximos estamos do centro e chegando a zero na margem do Rio Lis. De bónus ajuda em Águeda, zona de ping-pong muito difícil, e pode ainda ir dar um beijinho a Viseu com os 88.1, de alguma forma (não vou dizer que brilhante nisso nem vou dizer que no centro absoluto, mas num bom rádio com AF se calhar safa-se em zonas tipo Repeses...)

Além disso, 92.6+90.0 chegaram a ser estudados nesta mesma sede por altura de ambas as frequências serem da Mega - e usando frequências limpas e sem interferências, cobririam ambas as zonas e fechavam a malha Setúbal - Braga. A diferença de 5 para 2 kW não é tecnicamente muito significativa no aspeto prático da cobertura, são 2,5x a potência máxima teórica autorizada para uma melhoria de talvez ~20% de sinal, e duvido que a Mega usasse os 5.

A escolha é óbvia: se há o limite de 6, tem que ser Coimbra. Ou isso, ou fazer aquela jiga-joga que eu em tempos falei de ter 2 frequências próximas com horas de emissão locais totalmente diferentes para haver sempre AF.

O tamanho dos distritos pouco importa. É a importância e a população nos principais centros urbanos que interessa ao Observador (e o máximo de cobertura num qualquer emissor que juntem à rede). E nisto penso que o pdf tem razão na questão da cobertura de Leiria.
Certo.

Acrescento que para a Observador, na minha opinião, o mais importante será conseguir uma rede FM em que consiga ter recepção com o mínimo de conforto entre Setúbal e Braga.

Com uma frequência do distrito de Coimbra é mais fácil conseguir esse desiderato do que uma de Leiria, isto falando nas auto-estradas A1 e A8.

Biiiingo.

Se houvesse uma em Lisboa que permitisse abdicar de uma delas...
96.2 por exemplo.

Não percebi, para que servem os 96.2 da Estádio à Observador, se tem 98,7 Seixal? Para além disso, os 93,7 da Amadora podem não valer nada para Norte (em Sintra ouve-se mais a RR do que a Observador) mas para sul têm um desempenho excecional na A2, em agosto escrevi aqui exatamente onde morria, mas seguramente passava para lá da "Vila Morena".

Ele ainda está a pensar quando a frequência era detida do tempo da Baobad/semi-pertencente à MCR...
« Última modificação: Março 04, 2024, 12:18:32 am por Memorias da Radio »

joao_s

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #92 em: Março 04, 2024, 12:36:52 am »
Não desista do seu ponto de vista, “sintonia”, porque uma perspetiva ponderada e fundamentada poderá ser esclarecedora nesta matéria, mudar opiniões, principalmente se for holística, integrando o todo e não cada parte analisada em separado. Referiu a continuidade de cobertura, tomando como exemplo os 93.0 M80, Maunça, Leiria, no troço da A1 entre Fátima e Minde o sinal falha. No caso da M80, são os 106.7 de Portalegre que possibilitam a escuta contínua da estação. Num cenário idêntico, havendo um emissor em Leiria da OBSRVDOR no mesmo local, é provável que os ouvintes fiquem sem sinal nesse trajeto, uma vez que não há outro emissor que possa revezar a emissão.

Tem razão, a intensidade de sinal medida no automóvel pode não coincidir com a qualidade de receção em interiores. Por exemplo, no automóvel a receção de sinal dos emissores de Montejunto é máxima, assim como em 92.6 OBSRVDOR. Em interiores, 92.6 cai para 3 indicadores em cinco e os emissores de Montejunto mantêm o sinal no máximo. Se quiser ouvir um dispositivo portátil de rádio no duche, 92.6 é para esquecer, não se ouve, os emissores de Montejunto ouvem-se. Isso tem a ver com a diferença de potências entre os emissores aludidos.

É uma satisfação para mim e família ouvir rádio no carro, principalmente em viagens longas. É como se reproduzisse a atmosfera sonora que se ouve em casa nos locais mais diversos do país, em mobilidade, isto porque também ouvimos rádio em casa. Faço regulamente, de 15 em 15 dias, o trajeto até Coimbra. Horas de ponta, A1 é para esquecer, demasiado trânsito de ligeiros e pesados. Em alternativa, temos a A13, na qual um emissor em Leiria asseguraria a escuta contínua, com sinal bom, até Penela, a partir desse ponto será para esquecer, audição demasiado instável (toma-se 93.0 como referência).

Mantenho Coimbra, cidade que continua a ter influência a nível nacional.

pdnf

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #93 em: Março 04, 2024, 12:39:07 am »

Além disso, 92.6+90.0 chegaram a ser estudados nesta mesma sede por altura de ambas as frequências serem da Mega - e usando frequências limpas e sem interferências, cobririam ambas as zonas e fechavam a malha Setúbal - Braga. A diferença de 5 para 2 kW não é tecnicamente muito significativa no aspeto prático da cobertura, são 2,5x a potência máxima teórica autorizada para uma melhoria de talvez ~20% de sinal, e duvido que a Mega usasse os 5.

A escolha é óbvia: se há o limite de 6, tem que ser Coimbra.

Memórias, atenção que 92.6+90.0 não permitiam fazer de Setúbal a Viana do Castelo sem falhas. Pela A8 era mesmo impossível, como já aqui escrevi várias vezes, os emissores de Rio Maior, mais a Mega do que a Hiper, tinham dificuldades sérias na A8. Já na A17, entre a Vieira e a Marinha das Ondas perdia o sinal de todo, chegando a existir perda de RDS várias vezes e entradas impossíveis da RCP sem que Coimbra conseguisse cobrir. Quando passou para a Observador, incrivelmente, constatei que existiam dificuldades de comutação às portas de Loures. Já na A1, o sinal morria ao chegar à Área de Serviço de Leiria, e constatei duas vezes, uma em março outra em pleno Verão que incrivelmente era Aveiro que aguentava aqueles 40km entre Leiria e Pombal, de uma forma bastante razoável, mas muito longe, por exemplo, do que acontece com a M80 que faz uma transição praticamente perfeita em toda a Autoestrada do Norte (claro que comparar Rio Maior com um monstro no Montejunto é totalmente diferente, e com recurso a Portalegre no troço de Minde), mas fazes a A3/A1 desde Ponte de Lima até Alcanena (junto ao emissor da Cidade) sempre com transição perfeita na M80, o que não acontecia na Mega. Os 87.6 da Cardal, que estão muito automatizados, não sei se não seriam mesmo a melhor opção, mais do que os 97.0 por causa da R.C.Lamego. A Afifense chega até Aveiro, para sul a Cardal aguenta-se, ainda tem margem de sobreposição com 88.1 que vão até à Figueira da Foz pela A17, e até às portas de Coimbra pela A1. O problema é mesmo Coimbra cidade (margem norte) porque na sul os 88.1 têm sinal suficientemente estável para assegurar a transição com 87.6. Não sei se na zona da Universidade ter-se-ia sinal da Observador. E convêm não esquecer, Coimbra é a capital da região Centro.
« Última modificação: Março 04, 2024, 12:42:12 am por pdnf »
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sintonia

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #94 em: Março 04, 2024, 12:46:42 am »
A escolha é óbvia: se há o limite de 6, tem que ser Coimbra.

Este "tem que ser Coimbra" arruma qualquer possibilidade de debate sério e isento. O número de pessoas e a densidade populacional superior de Leiria são completamente desprezados só porque sim, ou melhor, só porque "tem que ser". E a criação de buracos na rede de cobertura é preferível só porque sim, porque "tem que ser"...

Isto é incompreensível, de facto. Acho que os argumentos que estão a ser por vós usados se contradizem em si mesmos, e qualquer leitor atento, externo a este debate, os conseguirá identificar depressa. Mas pronto: respeito a vossa opinião e discordo totalmente. E não é ao acaso que a procura por parte da Observador está mais por Leiria do que por Coimbra... mas... "tem que ser Coimbra" :o

pdnf

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #95 em: Março 04, 2024, 12:50:26 am »
A escolha é óbvia: se há o limite de 6, tem que ser Coimbra.

Este "tem que ser Coimbra" arruma qualquer possibilidade de debate sério e isento. O número de pessoas e a densidade populacional superior de Leiria são completamente desprezados só porque sim, ou melhor, só porque "tem que ser". E a criação de buracos na rede de cobertura é preferível só porque sim, porque "tem que ser"...

Isto é incompreensível, de facto. Acho que os argumentos que estão a ser por vós usados se contradizem em si mesmos, e qualquer leitor atento, externo a este debate, os conseguirá identificar depressa. Mas pronto: respeito a vossa opinião e discordo totalmente. E não é ao acaso que a procura por parte da Observador está mais por Leiria do que por Coimbra... mas... "tem que ser Coimbra" :o

Sintonia, uma coisa é a população residente, outra é a população que efetivamente vive, não só no distrito, mas até na cidade, não esquecendo que Coimbra tem a terceira maior Universidade de Portugal, só superada pela Academia do Porto e de Lisboa. Leiria tem um Politécnico relativamente pequeno. Leiria merece-me todo o respeito enquanto cidade, naturalmente, mas em termos de estatuto, não comparemos com Coimbra. Crucifiquem-me em 3,2,1... mas é o mesmo que compararmos o Porto com Lisboa.
« Última modificação: Março 04, 2024, 12:51:58 am por pdnf »
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joao_s

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #96 em: Março 04, 2024, 12:58:01 am »
“Sintonia”, para mim é indiferente se há um emissor em Leiria ou em Coimbra. Estou servido de sinal na minha área de residência e esta estação liga automaticamente com o carro, raramente mudo. As observações anteriores tiveram em linha de conta que metade do distrito de Leiria já tem sinal da estação. Se vai haver emissor em Leiria ou em Coimbra, não quero saber.

sintonia

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #97 em: Março 04, 2024, 01:07:43 am »
Há umas horas atrás escrevia-se que:

Um ponto central num mapa pouco quer dizer em termos de retorno e estratégia.

Depois escrevia-se que:

O tamanho dos distritos pouco importa. É a importância e a população

E eu apresentei números claros sobre número de habitantes (reais) e densidade populacional...

Em resposta li coisas como:

A escolha é óbvia: se há o limite de 6, tem que ser Coimbra.

Mantenho Coimbra, cidade que continua a ter influência a nível nacional.

E convêm não esquecer, Coimbra é a capital da região Centro.

Só vejo contradições...

Não é a "importância" de um nome de cidade que paga os custos de uma emissora de rádio. É o potencial real do número de ouvintes e da sua co-relação directa com a componente comercial da publicidade transmitida e as áreas de influência da mesma. Nenhum anunciante quer propaganda num local que é famoso, mas onde não se compra o produto. E o produto é comprado onde há gente, não onde há um nome com "importância" ou uma universidade famosa.

Eis os números com maior detalhe:

Distrito de Leiria (dados de 2022):
  • População de 467 139 habitantes
  • 5° distrito mais populoso do país
  • Densidade populacional de 132 habitantes por km²
Distrito de Coimbra (dados de 2022):
  • População de 411 450 habitantes
  • 9° distrito mais populoso do país
  • Densidade populacional de 104 habitantes por km²


Os números falam por si. Apresentem estes números aos publicitários e aos anunciantes, e garanto-vos que estes dirão à estação emissora: emitam em Leiria primeiro e deixem Coimbra para depois. Queremos sinal onde há gente, não onde há fama.

joao_s

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #98 em: Março 04, 2024, 01:20:41 am »
Pode haver aqui algo que não disse, talvez seja parte interessada… Reitero, metade do distrito tem cobertura de sinal, para os lados de Coimbra não. Portanto, o diferencial de 50 mil potenciais ouvintes não corresponde à realidade. Quanto à fama, enfim...

sintonia

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #99 em: Março 04, 2024, 01:45:15 am »
Pode haver aqui algo que não disse, talvez seja parte interessada…

Parte interessada? Quem? Eu? :o

Reitero, metade do distrito tem cobertura de sinal, para os lados de Coimbra não.

E só por causa de que metade do distrito já tem sinal, mais vale deixar-se um buraco gigante de interrupção na cobertura até se chegar à região seguinte... só porque "tem que ser"?

Portanto, o diferencial de 50 mil potenciais ouvintes não corresponde à realidade.

E o diferencial de 5° distrito mais populoso do país versus 9° distrito mais populoso do país? É coisa pequena, sem importância e que "não corresponde à realidade"? É isso que dizem os publicitários e os anunciantes? :o

sintonia

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #100 em: Março 04, 2024, 02:02:24 am »
Não desista do seu ponto de vista, “sintonia”, porque uma perspetiva ponderada e fundamentada poderá ser esclarecedora nesta matéria, mudar opiniões

Certo, vou tentar. Mas vocês não estão a facilitar nada a tarefa com esse conjunto de partidarismos regionais e contradições das quais parecem nem dar-se conta.

Referiu a continuidade de cobertura, tomando como exemplo os 93.0 M80, Maunça, Leiria, no troço da A1 entre Fátima e Minde o sinal falha. No caso da M80, são os 106.7 de Portalegre que possibilitam a escuta contínua da estação. Num cenário idêntico, havendo um emissor em Leiria da OBSRVDOR no mesmo local, é provável que os ouvintes fiquem sem sinal nesse trajeto, uma vez que não há outro emissor que possa revezar a emissão.

Se ao invés desse desastre que é o uso do Alto da Maunça se colocassem as antenas todas no Caramouço/Alto da Serra de Aire, tudo seria muito diferente. Basta verem-se as diferenças na captação de umas e de outras. Não há comparação possível!

Mantenho Coimbra, cidade que continua a ter influência a nível nacional.

Portanto: voltámos ao argumento inicial, e que vocês mesmos tanto criticaram...
a influência ao invés do potencial número de ouvintes? A sério?!

Memorias da Radio

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #101 em: Março 04, 2024, 03:14:12 am »
Sintonia:
- no mesmo exato post que citou eu concordei com o próprio pdf quanto à leitura dele.
- não há qualquer contradição, a menção a "ponto central" vinha do Sintonia mencionar que Leiria era mais central que Coimbra por ser um distrito mais populoso, aliás, argumento que bate e rebate e não conhece outro.
- Desenvolvo muito mais o meu raciocínio sobre o porquê de ter que ser Coimbra, na minha opinião, que é a minha opinião, e o Sintonia só apanha o fim como se eu não me tivesse dado ao trabalho de estar quase vinte minutos de cada vez a escrever.

Ninguém aqui se está a contradizer:
- Coimbra é a capital atual da região centro, dizem três utilizadores;
- Interessa o eixo de cobertura da A1, dizem dois utilizadores diretamente, digo eu indiretamente e afirmam mais 2 utilizadores em parciais de análise entre Fátima e Leiria, e entre Coimbra e o resto.
- Interessa que um emissor mate dois coelhos (um distrito e boa parte da Região de Leiria), que um emissor que mate um só coelho (a Região de Leiria): dizem todos os utilizadores.

O único que está contracorrente e com a aparente obsessão da Serra d'Aire é o Sintonia. Isto para mim está claro.

Tem direito à sua opinião? Tem. Acha que fica melhor em Leiria, certo! Não tem direito é a manipular a escrita pelos os outros indevidamente, sem ter em conta a totalidade do que estes escreveram e só a citar o que interessa. Atenção a isso. Isto não é o Facebook.
« Última modificação: Março 04, 2024, 03:15:44 am por Memorias da Radio »

estvmkt

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #102 em: Março 04, 2024, 07:59:59 am »
Se eles abdicassem de uma de Lisboa para conseguir ter Leiria e Coimbra em associação...

pdf

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #103 em: Março 04, 2024, 10:25:31 am »
Coimbra faz continuidade com a malha do Porto e com 88.1. Leiria não faz continuidade com coisa nenhuma. Além disso, é globalmente considerado que Coimbra é a capital da região centro e tem dimensão para isso.

(este último ponto da capital tem algum nível de disputa em curso com Aveiro)

Além disso, Coimbra tem muito mais frequências disponíveis a servir a cidade que Leiria, sendo que já com frequências ao lado (Marinha Grande e Pombal) o centro absoluto de Leiria tem as suas questões, como quem é da zona ou já lá passou aliás bem sabe.

O tamanho dos distritos pouco importa. É a importância e a população nos principais centros urbanos que interessa ao Observador (e o máximo de cobertura num qualquer emissor que juntem à rede). E nisto penso que o pdf tem razão na questão da cobertura de Leiria.

Precisamente.

Se eles abdicassem de uma de Lisboa para conseguir ter Leiria e Coimbra em associação...

Abdicar de uma em Lisboa? Isso não cabe na cabeça de ninguém.

pdnf

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Re: Rádio Observador - frequências possíveis para cobertura da região Centro
« Responder #104 em: Março 04, 2024, 11:19:35 am »
Se eles abdicassem de uma de Lisboa para conseguir ter Leiria e Coimbra em associação...
Não há hipótese, Lisboa precisa sempre de dois emissores, um na margem Norte, outro na margem sul. Eu próprio confesso que tinha algumas dúvidas, hoje não as tenho mais. Aliás, esse é um problema que têm a Mega e a TSF. A única concessão que eu eventualmente consigo fazer é a de que, por exemplo, no caso da Cidade FM fossem os 106.2 a ter horas locais, porque, apesar de tudo 91.6 ouvem-se na margem sul e no início da A1, zona oriental de Lisboa, pese embora as condições não sejam exatamente as melhores. Agora, que a TSF e a Mega precisavam de margem sul, isso sem qualquer dúvida.
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