Amanhã darei notícias.
Tenho a vaga sensação que vão estar relacionadas com a reprogramação do P2030 que tinha de ser apresentada até 25/12 à Comissão Europeia, mas que o Governo já entregou na semana passada. É só um feeling...
Quanto à questão do intervalo de guarda, eu não excluiria que esse problema seja mais significativo na rádio que na TV. Ninguém anda com uma TV em movimento, portanto, a antena virava-se para o emissor que estivesse mais próximo. E, mesmo assim, estando eu a 3km em linha reta e com vista para o Monte da Virgem, depois da migração, recordo-me de no Verão, em dias de muito calor, ter muitas interferências, a imagem ficar toda pixelizada, e começar a entrarem outros sinais no canal. Na altura não percebia, hoje, desconfio que se tratasse de propagação troposférica.
Aqui por Gaia, a RTP1 era particularmente afetada, recordo-me disso perfeitamente, havia dias em que só se conseguia ver em condições a TVI. Ao fim de um ano de TDT, e o meu prédio esteve quase 6 meses sem antena que permitisse receber o sinal, o meu pai cedeu e aceitou pagar por TV, basicamente para vermos os canais nacionais. Sinceramente, ainda hoje, se os canais de notícias estivessem na TDT, provavelmente não teria TV, apenas pelos outros canais, que não acrescentam nada ao streaming.
Mas, voltando ao intervalo de guarda, imagino que a questão seja mais ao menos esta: todos reconhecemos que, por exemplo, emissores na Serra do Arestal são inúteis, se calhar, em DAB+ serão necessários Imagino eu, que seja um pouco o que acontece no Porto, Muro quase que liga com a Lousã, mas fica mesmo pelo quase. Ligar até liga, como se vê quando algum do Monte da Virgem desliga, mas com algumas pipocas. Em DAB+, pelo que percebi, quando o sinal se perde, perde-se mesmo. Isto irá obrigar, necessariamente, a maior capilaridade e, confesso o meu receio, a problemas em concelhos mais serranos.