Não há, no geral, diferença nenhuma desse tipo de rádios da ICAR quando comparadas com a Record e afins.
Aprendemos a discriminar outros cultos quando a ICAR é tão ou mais nociva... e o engraçado é que historicamente esta aversão aos "brasileiros" tem raízes um pouco xenófobas e foi alimentada pela própria igreja católica...
A Record ao menos ainda tem boas condições técnicas, boa qualidade sonora e equipa vasta e profissional. A Rádio Maria é... uma missa constante... em mono... e por vezes sem RDS (caso de Palmela).
No tocante às emissões, obviamente que sim, a RECORD pelo menos tem emissão "normal" uma boa parte do tempo. Contudo, quando falamos da vertente religiosa, peço desculpa, mas não é. Falamos de uma seita, não é uma Igreja radicada, nada. Basta ouvir parte da emissão à noite, e vemos coisas que são contrárias à ciência, que até podem por em causa a saúde pública, no tempo da pandemia era por demais evidente. Agora a RECORD está a crescer, agora até vai ter um canal de TV nacional, a UNIFE.
A Rádio Maria não é isso. É uma rádio para beatos(as)? Sim, é! Mas daí a ser como a emissão (religiosa) da RECORD? Não! Agora, será que a ERC vai autorizar retransmissão em Ourém e Portel? Lembro, que em Portel não foi possível a associação de serviço de programas com a Canção Nova Mais, sendo as frequências do mesmo patrão, é necessário andarem aqui com pagamentos para a frente, pagamentos para trás? Se a Maria quer crescer, precisa de uma frequência boa no Minho, isso parece-me evidente.