O conceito não é mau para o Rayo mas abre um precedente que considero perigoso: agregação de rádio por caixinhas.
Mesmo com o benefício da publicidade, 10 mil utilizadores a 2,99€/mês são 29.900€/mês ou 358 mil euros anuais. Paga o orçamento da Cidade, da Smooth e da Batida juntas, e só não paga das duas principais porque estão a outra escala. E o valor é baixo o suficiente e fácil o suficiente para apanhar isto.
Além disso não sei que codecs e largura de banda estão a usar para essas rádios. E também não incluíram as rádios online das "marcas", que tenha visto, nem estações especiais para quem subscreve, nem melhorias a essas rádios online (por exemplo ter locução).
Mas pronto, é uma fórmula parecida ao que a Bauer já faz noutras paragens, aqui mais única, claro. E estou curioso para ver o que o grupo R/Com vai fazer, embora no caso deles só a Mega se pagasse com este formato e mal, e sendo tão conservadores só lá para 2027 se for.
Outra nota: 2,99€ para este portfólio sem publicidade é tão baixo que não fosse a falta de uma rádio informativa e fazia questionar a pertinência da CAV para a RTP, que pouco mais cara é e é obrigatória.