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Emissores da Serra de Montejunto

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pdnf:
Vocês são os entendidos, disso eu não duvido, particularmente o Luís e o pdf, que nessas matérias sabem bem do que falam  ;D ;D Mas olhem, há casos que correm bem, veja-se a transferência da Rádio 5 para os 96.3, que se chegou aqui a falar e foi dado como impossível, e acabou a funcionar melhor que os 88,4, que eram uma aberração.

Por outro lado, a escuta pode ser igualmente pressionada, mas há um contínuo na emissão. Veja-se o caso dos inúmeros 88.0 da Antena 2 nas proximidades uns dos outros, no Minho e em Trás-os-Montes. Claro que se nota a passagem de uma para outra, mas isso é diferente de estar a ouvir Harry Styles misturado com Beethoven. Pessoalmente, não vejo como uma troca direta pudesse trazer implicações negativas, só vejo vantagens. Não querendo estar a mentir, mas não há países, e reguladores, que optam por manter uma única estação, na mesma frequência em todo o território? Tenho ideia de já ter lido ou visto algo dentro dessa linha.

Honestamente, parece-me que há casos que mereciam poder-se pensar se não haveriam soluções melhores a adotar. Ótimas, já sabemos que é impossível, melhores certamente poder-se-ia conseguir.

pdf:
Claro que sim, mas vamos sempre esbarrar no eterno problema: o espectro está demasiado saturado e só a transição para o DAB pode aliviar este cenário.

É tipo um cubo de Rubik quando se mexe em frequências: no exemplo aludido, da Rádio 5, quando passou para 96,3 "obrigou" a Fama a mudar a micro para 96,5 e, de certa forma, tornou mais complicada a receção da Rádio Valdevez por cá. A Voz do Marão, obviamente, deixou de se ouvir. A centro, não sei se os 96,2 MHz de Condeixa gostaram da mudança.

Há sempre mais contras do que prós, dependendo, está claro, da perspetiva.

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