É por andarmos a brincar às rádios em Portugal e facilitar ciclicamente os grandes grupos, que a massa critica e a coesão territorial neste sentido, quase já não existe.
Eu não tenho dúvidas do que a ERC escreveu. Tenho, isso sim, de que ao abrigo do artigo 10º, a R/Com seja obrigado a cumpri-lo. O artigo não fala em exceções, sendo autorizada a "transmissão simultânea da progrmação", é 24H.
A questão da partilha de produção, quase de certeza que aposto que é resolvida com a questão dos contratos de trabalho do pessoal da rádio, cada emissor deve ter afeto pelo menos um locutor, pela certa.
Que história foi essa do Diogo Pires ir embora? Ele pôs alguma coisa e apagou? Não percebi.
Já aqui o disse que, a menos que não seja por vontade própria, não faz sentido ele não estar nas manhãs. Mas, em abono da verdade, não sei se seria suficiente, neste momento, juntá-lo à Pilar e à Joana. Neste momento, até percebo porque não mexe o Nélson, provavelmente, não faz grande diferença, face à concorrência do outro lado, e mexer nas tardes, para reforçar manhãs, seria um autêntico suicídio.
Não mudem o paradigma não mudem as manhas não injetem mais vozes masculinas e acabem com esta programação sexista que tem que não sei não.
Sexista? Onde? As meninas estão a apreciar os rapazes giros no Insta e a comentar em direto? É isso?
Que seria melhor existir mais equilíbrio de género, sem dúvida. Agora, vedar o microfone a alguma mulher, simplesmente por ser bonita, que é isso que eu acho que o seu comentário tem subjacente, parece-me simplesmente ridículo, e com uma pincelada q.b. de machismo. E, nesse particular, a Mega até já foi pior há uns 5 ou 6 anos atrás, em que aí sim, poderia fazer algum sentido a crítica, ainda assim, a meu ver injusta, dadas as profissionais de mão cheia que a maioria se tornaram (e já eram). Quem lá está agora, são mulheres comuns, como 99% daquelas com que nos cruzamos no dia-a-dia, da mesma faixa etária, ou seja, não divas ou jet7.